Há alguma coisa em mim que não consigo controlar. Nunca dirijo meu carro por cima de uma ponte sem pensar em suicídio. Quero dizer, não fico pensando nisso. Mas passa pela minha cabeça: suicídio. Como um luz que pisca. No escuro. Alguma coisa que faz você continuar. Sabe? De outra forma, seria apenas loucura. E não é engraçado, companheiro. E cada vez que escrevo um bom poema, é mais uma muleta que me faz seguir em frente. Não sei quantas às outras pessoas, mas quando me abaixo para colocar os sapatos de manhã, penso, Deus Todo-Poderoso, o que mais agora? A vida me fode, não nos damos bem. Tenho que comê-la pelas beiradas, não tudo de uma vez só. É como engolir baldes de merda. Não me surpreende que os hospícios e as cadeias estejam cheios e que as ruas estejam cheias. Gosto de olhar os meus gatos. Eles me acalmam. Eles me fazem sentir bem. Mas não me coloque em uma sala cheia de humanos. Nunca faça isso comigo. Especialmente numa festa. Não faça isso.
Eu sabia que tinha algo de errado no momento em que meu shorts escorregou do meu corpo quando eu sai do banho naquela noite, todas as vezes que minha irmã brincará comigo falando que eu estava emagrecendo ou a preocupação da minha mãe na ultima vez que nos vimos pelo osso do meu peitoral estar começando a aparecer mais e quando meu pai pediu pra eu forçar mais em todas as refeições que eu deixava mais da metade do prato de lado começaram a fazer sentido na minha mente. Entrei no quarto fechando a porta logo em seguida me certificando que aquele shorts era realmente o qual comprei recentemente - sempre tive mania de comprar roupas de dormir em números justos ao meu corpo por saber que iria demorar para atualizar tais vestimentos - a etiqueta de preço estava pendurada na peça indicando que era a certa. Os problemas começaram a esquentar quando em um exame de sangue feito recentemente - e obrigado pelo meu pai - gritou em letras vermelhas uma forte anemia, e o olhar preocupado do médico ...
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