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Mostrando postagens de 2018

hoje não é o melhor dia da minha vida

Eu sabia que tinha algo de errado no momento em que meu shorts escorregou do meu corpo quando eu sai do banho naquela noite, todas as vezes que minha irmã brincará comigo falando que eu estava emagrecendo ou a preocupação da minha mãe na ultima vez que nos vimos pelo osso do meu peitoral estar começando a aparecer mais e quando meu pai pediu pra eu forçar mais em todas as refeições que eu deixava mais da metade do prato de lado começaram a fazer sentido na minha mente. Entrei no quarto fechando a porta logo em seguida me certificando que aquele shorts era realmente o qual comprei recentemente - sempre tive mania de comprar roupas de dormir em números justos ao meu corpo por saber que iria demorar para atualizar tais vestimentos - a etiqueta de preço estava pendurada na peça indicando que era a certa. Os problemas começaram a esquentar quando em um exame de sangue feito recentemente - e obrigado pelo meu pai - gritou em letras vermelhas uma forte anemia, e o olhar preocupado do médico ...

writing about she. writing about us.

>>>>>>  https://open.spotify.com/user/bernardo018/playlist/3XKmnSiZpBE8aIsgR2iyVv?si=C8NkThgXTYam8RU-6nMlpw  <<<<<< ><><><><><><><><><><><><><><><><><><><><><><><><><><><><><><><><><>< Capitulo 1: O Começo.  Lembro do relógio da cozinha badalando em todos os sentidos naquela madrugada sem fim, onde eu lutava contra a insônia e a falta de sentido na minha vida. Uma notificação. Um som. A tela do meu celular acendeu e eu, que logo estava com a cabeça pendurada de qualquer jeito no sofá virei os olhos para olhar " Você deu um novo Match!" piscava na tela de notificações. Olhei de relance para a barra de cima e marcava 1:38 da manhã. Me questionei em todos os quesitos, e acredite, eu realmente questionei quem era o tipo de pessoa que...

1 da manhã

A claridade da tela do meu celular incomoda meus olhos inchados e ardentes de tantas lagrimas que eu derramei, assim como o céu chora todos os dias naquele vilarejo no noroeste da Índia. Estou aceitando as palavras amargas que meu peito quer liberar, porque a vida é assim, feita de aceitações. E estou em processo ainda sobre você não estar mais do meu lado, sobre eu não ter mais seu ombro pra eu poder deitar minha cabeça, ou sua mão na minha nuca acariciando a pouca existência de cabelo naquele local. Estou aceitando ainda, e isso dói. E queima. Como o inferno em brasa. Mas é um processo de aceitação e eu sei que quando isso passar vai ser uma marca de ferro quente na minha pele.  Sempre gostei de dizer as horas ou datas para registrar, e agora é 1 da manhã. Faz poucos dias desde que eu te vi, mas sua imagem sorrindo tá tão viva e fresca na minha memória, que causa um reboliço no meu estômago. Sinto falta do encontro da minha boca na sua, e do encontro da minha boca do seu pescoço....