Gritos. Coisas quebrando. Era normal eu ouvir isso, não é mais assustador como antes, mas eu ainda choro. Trancada em meu quarto eu dormi, para tentar diminuir os pensamentos ruins que atormentavam minha mente. Para tentar diminuir a dor que eu sinto e toda a saudade de como as coisas eram a 6 anos atrás. Não adiantou.
Tiros. Gritos. Choro. Chamavam meu nome. Era minha mãe, eu reconheceria a voz dela ate no meio de 1.000 pessoas. Ela gritava "Se salve". Então outro disparo.
Suor. Oh Deus! como meu coração estava disparado. Passando a mão pela testa eu senti as gotas de suor espalhado pelo meu rosto.
Me levantei da cama e destranquei a porta, as coisas estavam mais quietas em casa, sem nenhum barulho caminhei ate a cozinha, havia vidros espalhados pelo chão, havia menos do que da ultima vez, céus quando eles vão parar de quebrar as coisas? Os copos estão acabando em casa.
Limpei e voltei para o quarto. Sentada na cama pensando em como as coisas eram antes. Os gritos eram risadas altas, as lagrimas era de felicidade, os copos quebrados era sempre o gato, aquele gato que subia na mesa e saía correndo. Eramos os Vieiras, não os Oliveira & Vieira. Eramos Família. Eramos um time.
Eu sentia lagrimas banhando meu rosto. Sentia meu coração doendo. Mas era de saudade ou de dor?. Procurei nos meus contatos no celular alguém para conversar, rodei aquela lista no minimo 10 vezes, no fim bloqueei o celular e deitei. E fiz a coisa que eu mais fazia nos últimos tempos, mesmo sem eu entender o real motivo e sem saber se funcionaria. Eu Orei. Pedi a Deus e quem mais fosse para que tirasse toda aquela dor, aquela agonia e colocasse paz em casa. Agradeci pela vida que tenho e me desculpei por todas as vezes que tentei perder ela.
Tiros. Gritos. Choro. Chamavam meu nome. Era minha mãe, eu reconheceria a voz dela ate no meio de 1.000 pessoas. Ela gritava "Se salve". Então outro disparo.
Suor. Oh Deus! como meu coração estava disparado. Passando a mão pela testa eu senti as gotas de suor espalhado pelo meu rosto.
Me levantei da cama e destranquei a porta, as coisas estavam mais quietas em casa, sem nenhum barulho caminhei ate a cozinha, havia vidros espalhados pelo chão, havia menos do que da ultima vez, céus quando eles vão parar de quebrar as coisas? Os copos estão acabando em casa.
Limpei e voltei para o quarto. Sentada na cama pensando em como as coisas eram antes. Os gritos eram risadas altas, as lagrimas era de felicidade, os copos quebrados era sempre o gato, aquele gato que subia na mesa e saía correndo. Eramos os Vieiras, não os Oliveira & Vieira. Eramos Família. Eramos um time.
Eu sentia lagrimas banhando meu rosto. Sentia meu coração doendo. Mas era de saudade ou de dor?. Procurei nos meus contatos no celular alguém para conversar, rodei aquela lista no minimo 10 vezes, no fim bloqueei o celular e deitei. E fiz a coisa que eu mais fazia nos últimos tempos, mesmo sem eu entender o real motivo e sem saber se funcionaria. Eu Orei. Pedi a Deus e quem mais fosse para que tirasse toda aquela dor, aquela agonia e colocasse paz em casa. Agradeci pela vida que tenho e me desculpei por todas as vezes que tentei perder ela.
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