Era o azul do céu quando eu acordava que me trazia esperança.
Era a tardizinha com aquele pôr do sol que me fazia suspirar.
Era os pássaros cantando que alcançavam minha paz.
Era tudo junto com meu coração e o livro em minha mão
Eu sentada tão distante olhando a imensidão daquele mundo.
O mundo que não era caótico.
Era esse mundo que eu queria ver.
E eu o via.
Todas ás vezes que senti o pôr do sol vindo eu sentia amor.
Isso amor, todo o amor.
Que não foi dito.
Nem mostrado.
Que foi sentido.
Que foi escrito.
O amor que guardava no meu coração me fazia uma mulher.
Me fazia completa.
Eu sou.
Sou a imensidão misturada com o azulado do céu.
Sou mulher.
Sou escritora.
Sou poesia em formas de curvas.
Sou tudo o que meu coração escolhe.
Sempre pertencerei ao azul.
A luz.
A passagem do dia pra noite e vice versa.
Sou cheia.
Sou sentimento.
Sou.
Só sou.
É o que sempre bastou.
Era a tardizinha com aquele pôr do sol que me fazia suspirar.
Era os pássaros cantando que alcançavam minha paz.
Era tudo junto com meu coração e o livro em minha mão
Eu sentada tão distante olhando a imensidão daquele mundo.
O mundo que não era caótico.
Era esse mundo que eu queria ver.
E eu o via.
Todas ás vezes que senti o pôr do sol vindo eu sentia amor.
Isso amor, todo o amor.
Que não foi dito.
Nem mostrado.
Que foi sentido.
Que foi escrito.
O amor que guardava no meu coração me fazia uma mulher.
Me fazia completa.
Eu sou.
Sou a imensidão misturada com o azulado do céu.
Sou mulher.
Sou escritora.
Sou poesia em formas de curvas.
Sou tudo o que meu coração escolhe.
Sempre pertencerei ao azul.
A luz.
A passagem do dia pra noite e vice versa.
Sou cheia.
Sou sentimento.
Sou.
Só sou.
É o que sempre bastou.
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